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Bem vindo ao mundo real!
This is where we belong.


Olhinhos brilhantes cheios de sonhos, cabeça com alegria e confiança, passos firmes de quem sabe o que quer :). Tá do lado de alguém assim, feliz com a vida que vive, e ser capaz de não ceder aos “desvios” causados pela maldade que mora em qualquer ser humano, isso sim é amizade. Acompanhar as vitórias com um sorriso sincero nos lábios, aplaudir os pequenos feitos e incentivar para os maiores. Isso tudo ao ritmo do coração. Porque quando o amor é maior e mais forte que qualquer outro sentimento, os pequenos defeitos passam para segundo, terceiro e até quarto plano, esquecidos em um canto qualquer. Uma pessoa assim merece um “A”, o “a” de amizade, de amor, de admiração.
Ter alguém assim ao lado, é sentir o que a vida tem de bom, o gosto doce de todas as manhãs. E quando as tardes têm tudo para dar errado, ela aparece e como que com um passe de mágica meu mundo volta ao eixo.
Para quem perguntou quem era a menina que comentei ontem no twitter, aí está... Minha grande amiga, Lara.

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Minha melhor amiga. Comparsas de horas mortas em que o tema da conversa é um transtorno qualquer ou a coisa mais besta que passa na cabeça. É a pessoa que se pode pedir mimos, pessoa que sabe tudo o que você gosta, que já viu suas lágrimas, viu sorrisos, aturou bebedeiras e maus humores. Que está a distancia de um telefonema, ou de um “oi” no MSN (mesmo que esteja off-line). A parte chata disso tudo é te conhecer tanto e não ser capaz de dizer nada! Mas foi assim que escolhi viver, enfim, sem dúvida alguma: Sou um estúpido!

Amor: desejo e ódio, prazer e dor. O amor é o único fenômeno capaz de conciliar antônimos! Se quiser realmente chegar nesse tema, há umas coisinhas que temos mesmo que nos lembrar: Um. Valorizar o mundo, mas sem esquecer a si mesmo. Dois. Ser generoso na relação. Três. Você vai esquecer o primeiro ponto. Quando a pessoa admirada é um amigo, tendemos a supervalorizar o ponto três e adicionamos um ponto quarto: “Ver número dois à exaustão”.

Até que algumas dessas histórias entre amigos correm bem: as dos filmes! Em Bollywood sempre tem um carinha muito corajoso que tem cara para enfrentar a possibilidade de arruinar uma amizade. Um putinho que não agüenta mais aquela agonia filha da mãe e resolve por em risco uma das melhores relações que já teve, cujo único problema é não ser amorosa.
Mas e na vida real? Porque é que não nos atrevemos, porque é que não lutamos por algo que até podia ser maior? Eu posso até nem ser grande especialista nestas coisas, mas acho que não é asneira nenhuma dizer que a única razão é medo. Simplesmente medo. E não é medo de amar, não! É medo por amar! Quando nos apaixonamos por um amigo, examinamos todos os pormenores, pensamos todas as atitudes, medimos todos os riscos. Porque temos perfeita consciência de que, a partir do momento em que o olhar sobre o outro se modifica, começamos a lidar com uma situação mais frágil do que um cristal. É por isso que procuramos abrigo em outros braços, queremos novas amizades, procuramos marcar encontros e até torcemos para que o amigo encontre alguém! Queremos, porque pensamos que aquilo que sentimos é proibido. No fundo, no fundo só fazemos isso para por em segurança aquilo que temos de mais precioso. Uns chamam isso de covardia, outros de coragem. Há até quem diga que é uma atitude nobre! Mas eu acho que, acima de tudo, é Amizade.

Mas e se valer a pena atravessar “aquela linha”?


(foto por @marieheinisch =D )


A vida, essa sim, é um caixinha de surpresas. Um dia você acorda pensando que é apenas mais um dia, que vai fazer a mesmas coisas que sempre faz e ficar completamente satisfeito com sua rotina. Acordar, tomar café, ligar para a pessoa que julga que vai te amar pra sempre, tomar banho, comer, sair. Mas a vida, ah essa gosta de dar revira-voltas, coloca uma armadilha moral no seu ponto mais fraco e você cai como um filhote ingênuo. Cai, bate com toda força no chão e acha que quebrou uma perna, que se levantar é impossível e que ninguém está ali para te ajudar, que ninguém realmente se importa.

Mas a vida tem que continuar, agora você é mais seco, frio e um pouco triste. Tenta se re-acostumar com a rotina e começa a perceber que a vida corre, voa e não te dá tempo para meditar ou sofrer por alguma pessoa, é o trabalho, são os projetos pessoais, são os projetos acadêmicos, é seu voto na próxima eleição tudo isso tenta de puxar para o submundo das pessoas adultas que “pensam” e que não podem deixar o mundo parar porque estão tristes. É a caixa de surpresas de fechando. É o seu EU cinza querendo sair.

Mas assim como pandora abriu a caixa, alguém aparece e tenta de resgatar do mundo sem sal da mesmice dos dias de hoje. Alguém que pergunta como você está todos os dias, mesmo depois de ter te visto, alguém que sem nem dormir já te deseja bom dia. Sempre disse que eu era um pára-raios de doidos, e de fato, sou. Essa doidinha caiu na minha vida de pára-quedas e a essa altura da madrugada eu ainda estou pensando nela. E por isso eu re-afirmo, a vida, meus caros, é uma caixinha de surpresas.


Those were the days by Mary Hopkin






Once upon a time there was a tavern
Where we used to raise a glass or two
Remember how we laughed away the hours
And think of all the great things we would do


Those were the days, my friend
We thought they'd never end
We'd sing and dance forever and a day
We'd live the life we choose
We'd fight and never lose
For we were young and sure to have our way
La la la la la la
La la la la la la


Then the busy years went rushing by us
We lost our starry notions on the way
If by chance I'd see you in the tavern
We'd smile at one another and we'd say


Those were the days, my friend
We thought they'd never end
We'd sing and dance forever and a day
We'd live the life we choose
We'd fight and never lose
Those were the days
Oh, yes, those were the days
La la la la la la
La la la la la la


Just tonight I stood before the tavern
Nothing seemed the way it used to be
In the glass I saw a strange reflection
Was that lonely woman really me?


Those were the days, my friend
We thought they'd never end
We'd sing and dance forever and a day
We'd live the life we choose
We'd fight and never lose
Those were the days
Oh, yes, those were the days
La la la la la la
La la la la la la


Through the door there came familiar laughter
I saw your face and heard you call my name
Oh, my friend, we're older but no wiser
For in our hearts the dreams are still the same...


Those were the days, my friend
We thought they'd never end
We'd sing and dance forever and a day
We'd live the life we choose
We'd fight and never lose
Those were the days
Oh, yes, those were the days
La la la la la la
La la la la la la


Era uma vez uma taverna
Onde brindávamos uma ou duas vezes
Lembra como ríamos pelas horas
E sonhávamos com todas as coisas grandes que faríamos


Aqueles eram os dias, meus amigos
Pensávamos que não acabariam nunca
Dançaríamos pra sempre e mais um dia
Viveríamos a vida que escolhemos
Lutaríamos e nunca perderíamos
Pois éramos jovens e certos de que seria de nosso jeito
La la la la la la
La la la la la la


Então os anos ocupados nos atravessaram
Perdemos nossas noções estreladas pelo caminho
Se por acaso te visse na taverna
Sorriríamos um para o outro e diríamos


Aqueles eram os dias meu amigo
Pensávamos que não acabariam nunca
Dançaríamos pra sempre e mais um dia
Viveríamos a vida que escolhemos
Lutaríamos e nunca perderíamos
Aqueles eram os dias
Oh, sim, aqueles eram os dias
La la la la la la
La la la la


Bem essa noite fiquei parada em frente a taverna
Nada parecia como antes
No vidro vi um reflexo estranho
Aquela mulher solitária era realmente eu?


Aqueles eram os dias meu amigo
Pensávamos que não acabariam nunca
Dançaríamos pra sempre e mais um dia
Viveríamos a vida que escolhemos
Lutaríamos e nunca perderíamos
Aqueles eram os dias
oh, sim, aqueles eram os dias
La la la la la la
La la la la la la


Pela porta saiu uma risada conhecida
Vi seu rosto e ouvi vc chamar meu nome
Oh meu amigo estamos mais velhos mas não mais sábios
Pois em nossos corações os sonhos são os mesmos ainda


Aqueles eram os dias meu amigo
Pensávamos que não acabariam nunca
Dançaríamos pra sempre e mais um dia
Viveríamos a vida que escolhemos
Lutaríamos e nunca perderíamos
Aqueles eram os dias
oh, sim, aqueles eram os dias
La la la la la la
La la la la, la